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Coluna Atualidades
A Virginia de Marder Imprimir E-mail
Escrito por Juliana Bratfisch   
Sex, 13 de Janeiro de 2012 15:22

Embora atualmente haja um grande apelo midiático e mesmo editorial por relatar a vida de jovens celebridades como Justin Bieber ou de grandes empresários inventivos como Steve Jobs, não é de hoje que o gênero biográfico agrada aos mais diversos leitores e escritores. Com Virginia Woolf não foi diferente: sua vida, mais que explorada por biógrafos, foi também submetida à criação de personagens literárias, teatrais e cinematográficas, tais como aquela criada pelo dramaturgo Edward Albee em Quem tem medo de Virginia Woolf? e, mais recentemente, por Michael Cunningham em As horas – romance popularizado pelo filme em que Nicole Kidman foi vencedora do Oscar.

 
Algumas impressões acerca do lançamento de Guerra e Paz Imprimir E-mail
Escrito por Juliana Bratfisch   
Sáb, 17 de Dezembro de 2011 15:45
No início de dezembro a Cosac Naify promoveu o lançamento oficial da nova edição de Guerra e Paz, de Tolstói, aqui em São Paulo, no Itaú Cultural. Materialmente, a aguardada edição, primeira tradução brasileira feita diretamente do russo, faz jus à espera: dividida em dois volumes, reunidos numa caixa transparente, têm capa de tecido e são impressos em papel bíblia de excelente qualidade, buscando dimensões pensadas para caber nas mãos e se tornarem livros ideais para serem levados para todos cantos e desfrutarmos do prazer da leitura.


 
Ecos da memória Imprimir E-mail
Escrito por Carolina Malta   
Ter, 05 de Outubro de 2010 11:36

Documentário aguça necessidade de revisão histórica para restauração da democracia no presente.

 

 

 

 

 

 

 


 
Anões somos nós Imprimir E-mail
Escrito por Carolina Malta   
Sex, 24 de Setembro de 2010 15:23

Munida de um microscópio literário, a escritora Verônica Stigger examina em seus contos perversidades inconfessáveis de um homem diminuto.

 
A teia Bourgeois Imprimir E-mail
Escrito por Carolina Malta   
Sex, 02 de Julho de 2010 08:28
No decorrer de sua trajetória, Louise Bourgeois logrou, acima de tudo, transtornar a experiência do sujeito

A fala escapava, embora ela mesma rejeitasse explicações. “Suspeito dos Lacans e Bossuets porque eles gargarejam com suas próprias palavras. Sou uma mulher muito concreta. As formas são tudo... Com palavras pode-se dizer qualquer coisa. Pode-se mentir por um dia inteiro, mas não se pode mentir quando se recria a experiência”, argumentava a artista.