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Home Turismo Cultural
Coluna Turismo Cultural
Ressignificando a Experiência Urbana: Talvez Feliz Cidade Imprimir E-mail
Escrito por Ticiane Martins   
Sáb, 29 de Outubro de 2011 14:25

O espaço urbano sempre me fascinou por sua diversidade. É o lugar da intensidade, do barulho, da pressa. Lugar em que muitos se perdem entre a concretude de suas paisagens e se veem atordoados com o ritmo em que vivem, impulsionados por suas obrigações diárias. Porém, ao mesmo tempo, revela o encontro de diferentes espaços, tempos e imagens. "A cada instante existe mais do que a vista alcança, mais do que o ouvido pode ouvir, uma composição ou um cenário à espera de ser analisado" (Kevin Lynch em sua obra A imagem da cidade).

 

 
Além das cidades invisíveis Imprimir E-mail
Escrito por Ticiane Martins   
Seg, 18 de Abril de 2011 16:44

"De uma cidade, não aproveitamos as sete ou setenta e sete maravilhas, mas as respostas que dá às nossas perguntas". É a partir desta frase de Ítalo Calvino, presente em sua obra "As Cidades Invisíveis", que pretendo instigar novos olhares sobre o turismo.

 

 
Joanópolis, o reino dos homens-lobo Imprimir E-mail
Escrito por Claudia Levy   
Qua, 09 de Março de 2011 14:44

Imagine-se no interior... bem interior de São Paulo. Muita gente nunca nem ouviu falar dessa pequenina cidade. E os poucos que a conhecem dizem que é a cidade do lobisomem, ou homem-lobo.

 

 
Paranapiacaba, a “Londres” brasileira Imprimir E-mail
Escrito por Claudia Levy   
Seg, 27 de Setembro de 2010 17:43

Observar é um dom. No entanto, nos dias de hoje, com a pressa e a velocidade que nossas vidas têm acompanhado (horários apertados, carros ainda mais velozes, cada vez menos tempo para nós mesmos), é um alívio (que poucos dão valor) poder parar e, simplesmente, olhar.

 
Um roteiro alternativo em Salvador Imprimir E-mail
Escrito por Claudia Levy   
Ter, 08 de Junho de 2010 11:46

foto_turismoO lugar é um penhasco, um terreno bastante acidentado à beira da Baía de Todos-os-Santos. Para quem olha da rua, parece não existir nada, apenas um portão de ferro todo ornamentado, e somente ao atravessá-lo é possível ter uma noção do que nos espera.


A grande escadaria de cimento é bastante íngreme, de um lado o mar, do outro o museu já começa a mostrar sua cara. Sim, a SUA cara. A primeira coisa que se vê é um vidro espelhado onde cada um olha para si mesmo. Seria esta uma manifestação de arte? Cada um se olha como quer...